TUDO O QUE ELA CALAVA
SINOPSE
“Tudo o que ela calava” nasce do desejo de levar à cena a poesia da escritora luso-belga Bénédicte Houart (Braine-Le-Comte, Bélgica, 1968). A sua trajetória literária tem como temática principal a experiência comum, real ou ficcionada, do quotidiano, onde «a dor vai a par com o riso e o prazer», nas palavras de Helder G. Cancela. Uma escrita comprometida com o domínio da intimidade, desafiando estereótipos de género e revelando o poder das palavras.
A equipa, predominantemente constituída por mulheres, oriundas de diferentes geografias, cruza o teatro, a dança, a música e o vídeo, numa criação que se pretende gesto poético e político, onde o silêncio se converte em presença e o palco se transforma num território de escuta, conflito e resistência.
ANO DE ESTREIA
2026
DURAÇÃO
Aprox. 50'
CLASSIFICAÇÃO
M/14 ANOS
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
DIREÇÃO ARTÍSTICA
Ângela Marques
Fernando Moreira
TEXTO
Bénédicte Houart
DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO
Ângela Marques
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E COREOGRAFIAS
Andrea Gabilondo
INTERPRETAÇÃO
Inês García
Sara Neves
ESPAÇO CÉNICO E DESENHO DE LUZ
Patricia Gutiérrez Arriaga (MEX)
CONSTRUÇÃO DA CENOGRAFIA
Josué Maia
FIGURINOS
Raquel Crespo (ESP)
VÍDEO
Cata Corredor (ARG)
MÚSICA
Alice Boavista
SONOPLASTIA
Alberto Lopes
OPERAÇÃO TÉCNICA
Nuno Almeida
REGISTO FOTOGRÁFICO
Paulo Pimenta
REGISTO VIDEOGRÁFICO
José Guilherme Marques
DESIGN GRÁFICO
Atelier d’Alves
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA
Jaqueline Figueiredo
PRODUÇÃO
Astro Fingido
FINANCIAMENTO
República Portuguesa
Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
COPRODUÇÃO
Casa das Artes de Famalicão
APOIO
Ibercena e Município de Paredes
AGRADECIMENTOS
Assédio Teatro
Escola Dramática e Musical Valboense

.png)









